Em maio passado (2024) foi publicado um estudo liderado pelos investigadores Liliana Oliveira e Alexandre Carmo do i3S - Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto, na prestigiada revista Nature Communications.
Esta equipa de cientistas portugueses descobriu através da administração intravenosa da proteína biológica CD5L ser eficaz no tratamento da sepsia.
A terapia baseia-se na utilização da proteína CD5L que foi encontrada por ter propriedades anti-inflamatórias

Esta descoberta é um avanço significativo na pesquisa da Sepsia e oferece esperança para os pacientes que sofrem desta doença rara.
A nova terapia tem o potencial de melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes com Sepsia e até mesmo curá-los.
O principal objetivo da equipa é "trazer para o estágio clínico" - ou em outras palavras, eventualmente em tratamentos que podem ser testados em humanos.
Numa ultima fase a equipa necessita de encontrar importante financiamento substancial a nível internacional.
Por exemplo, junto da União Europeia ou de outro tipo de financiamento, ou mesmo de um parceiro industrial que queira explorar esta descoberta.
Liliana Oliveira, chama atenção de " o objectivo é sempre investigar de maneira a conseguir aplicar as descobertas à clínica e às pessoas ”.
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