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Porto Cidade Invicta e a fusão do seu DNA com o FC Porto

Porto sábado, 17 novembro 2018 22:28

A Cidade do Porto tem uma cumplicidade natural com o seu clube FC Porto e as suas raizes de bravura, bondade, altruismno e capacidade de defender os seus.

O DNA das gentes do Porto é algo que não se consegue explicar de forma simples, pois é preciso ser-se e sentir o que é ser  tripeiro, " com muito gosto".

PORTO Cidade Invicta

© copyright: Arthur Quezada

 

A cidade assistiu ao casamento real de D. João I e D. Filipa de Lencastre (princesa inglesa) e ao nascimento do seu filho, impulsionador do período de expansão marítima de Portugal, o Infante D. Henrique.

A Casa do Infante onde, segundo a tradição, o mesmo terá nascido, é o atual Arquivo Histórico Municipal do Porto.
No séc. XIX houve um monarca que deixou o seu coração no Porto (literalmente).
D. Pedro IV (D.Pedro I do Brasil) reconheceu a dedicação, coragem, sacrifício e esforço dos portuenses durante as lutas liberais.
Como prova desse reconhecimento a Rainha D. Maria II, cumprindo a vontade testamental do Rei, mandou acrescentar novos elementos ao brasão, incluindo o título de “Invicta” (invencível).

Mas a maior honra feita à cidade foi a doação do seu coração, que se encontra depositado na Igreja da Lapa. Este momento está representado no pedestal existente por baixo da estátua equestre do monumento a D. Pedro IV, na Praça da Liberdade.

 

FC Porto

           

 

       As origens das Tripas à Moda do Porto.

Reza a lenda – uma delas – que foi neste contexto que terão sido criadas as Tripas à Moda do Porto. Segundo a história, o Infante D. Henrique veio ao Porto, em 1415, controlar o andamento dos trabalhos no estaleiro. “Consta que o Infante estava satisfeito, embora um pouco preocupado porque achava que os trabalhadores conseguiriam fazer mais. Confidenciou ao Mestre Vaz que as embarcações serviriam para a conquista de Ceuta e, por isso, era preciso fazer um grande esforço.”

Em resposta, o Mestre Vaz terá assegurado que os esforços seriam aumentados. Decidiu reunir os seus homens, que, por sua vez, falaram com os restantes habitantes da cidade. Em conjunto, decidiram oferecer toda a carne da cidade aos marinheiros. Em terra, ficariam só com as sobras: as tripas.

 

 

“Mas nem por isso as pessoas do Porto ficaram a sofrer”, sublinha Graça Lacerda. Inventaram uma maneira de cozinhar as tripas e, com isso, ganharam a alcunha de tripeiros. Na verdade, apesar de existirem, pelo mundo fora, várias receitas que utilizam as tripas, só no Porto é que a alcunha dos nascidos da cidade coincide com o prato típico.

Ingredientes*

– 400g de feijão manteiga demolhado
– 500g de dobrada de vitela (sola e folhada)
– 1 chispe de porco
– 1/2 de uma mão de vitela
– 200g de presunto gordo
– 200g de salpicão do Douro
– 1/2 de uma galinha gorda
– 1 chouriça de carne
– 2 folhas de louro
– 3 dentes de alho
– 200g de cebola
– sal e pimenta q.b.
– 1 cenoura média
– 1dl de azeite
– 1 colher de sopa de banha de porco
– 1 colhes de chá rasa de colorau
– 2 cabeças de cravinho-da-Índia
– 1 colher de sobremesa rasa de cominhos em pó

*Ingredientes para quatro pessoas, de acordo com a Confraria Gastronómica das Tripas à Moda do Porto

 

 

 

Fonte: 

https://bit.ly/1ZEzCYm

https://bit.ly/2QWvuqh

 

 

Euronews Directo

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